CENTRO HISTÓRICO DO PORTO IGREJA DE S. FRANCISCO

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PORTO CENTRO HISTÓRICO
IGREJA DE S.FRANCISCO
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Igreja de S.Francisco do Porto

Alterações ao longo do tempo

As igrejas dos conventos Franciscanos caracteristicam-se pelas cabeceiras compostas de 3 capelas absidíolos, poligonais, reforçadas por contrafortes escalonados, janelas estreitas e altas de arco apontado, e abóboda artesonada em pedra.Sendo a central (esta onde nos encontramos, de dimensões maiores do que as duas laterais. A partir de 1595 esta igreja começa a receber vários retábulos de talha dourada, com pinturas. Estes seriam ainda renascentistas, cuja estrutura ainda aparece num retábulo da nave lateral. Esses primeiros retábulos renascentistas foram sendo substituidos pelos actuais, a partir de 1718. A fase barroca da talha portuguesa tem inicio por volta de 1695 ( F.Sampaio)

Igreja de S.Francisco

Este  Mosteiro de S.Francisco teve inicio em 1245. O terreno onde foi construído, conhecido como Redondela, foi oferecido por um devoto comerciante portuense. Foi aqui no Porto que os Franciscanos mais dificuldades passaram para construir o seu mosteiro. As disputas por parte do Bispo do Porto  foram duras, a tal ponto que os Fransciscanos aceitaram uma proposta para sair do Porto e fundar o Mosteiro do lado de Gaia. A Bula Papal de Inocêncio V em 1224 ordenou que o lugar de Miragaia fosse restaurado para eles. Foi reconstruída entre 1383 e 1410, em estilo gótico mendicante : Três naves, com cruzeiro saliente, embora menor do que a nave central e capela-mor mais baixa do que o transepto. Capelas da cabeceira poligonais, cobertura geral de estrutura de madeira. O templo franciscano tem caracter público, abrindo as suas portas a todos os acontecimentos sociais e políticos. D.João I escolheu aqui ficar durante o casamento com Filipa de Lencastre em Leça do Balio. Nos séculos XV e XVI, algumas famílias escolhem esta igreja como seu panteão. Durante os séc. XVII e XVIII o interior foi totalmente coberto com talha dourada, e foi construído o seu coro alto. Em 1833, no final do cerco do Porto um incendio destruiu o claustro, e parcialmente a igreja. A fachada foi reconstruída, sendo apenas a rosácea do templo original.