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CENTRO HISTÓRICO DO PORTO LIVRARIA LELLO

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PORTO CENTRO HISTÓRICO
LIVRARIA LELLO
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LIVRARIA LELLO & IRMÃO

A história da Livraria Lello e Irmão, remonta a 1869, ano em que é fundada na Rua dos Clérigos a Livraria Internacional de Ernesto Chardron. Após o imprevisto falecimento de Chardron, aos 45 anos de idade, a casa editora foi vendida à firma Lugan & Genelioux Sucessores. Em 1894 Mathieux Lugan vendia a Livraria Chardron a José Pinto de Sousa Lello que possuía então uma livraria na Rua do Almada. Associado ao irmão, António Lello, mantêm a Livraria Chardron, com a razão social de José Pinto de Sousa Lello & Irmão, até 1919, ano em que o nome da sociedade muda para Lello & Irmão Lda. O actual edifício de estilo neo-gótico, e projectado pelo Engº Xavier Esteves (Ilhavo 1864-1944) foi inaugurado em 1906, com a presença no dia de abertura de, entre outros, Guerra Junqueiro, José Leite de Vasconcelos e Afonso Costa. Em 2008 o jornal inglês The Guardian considerou-a a terceira livraria mais bela do mundo. Em 2011 a editora Lonely Planet considerou-a a terceira melhor livraria do mundo, e a CNN em 2014 considerou-a a livraria mais bonita do mundo.

OS IRMÃOS LELLO

José e António Lello nasceram em Santa Marta de Penaguião, filhos de um proprietário rural. José Lello, homem de cultura, amante da leitura, dos livros e da música, constituiu a sociedade José Pinto de Sousa Lello àz irmão, com o irmão António Lello.
Os dois irmãos, conhecidos na cidade como os Irmãos unidos, fazem parte de um círculo de ativos burgueses e intelectuais do Porto.
Republicanos, fazem questão de se envolver na vida pública, no desenvolvimento industrial e comercial da cidade e na sua atividade cultural, nesta viragem do século.

O ENGENHEIRO

Francisco Xavier Esteves (1864 - 1944) foi o engenheiro responsável pela construção do edifício da Livraria Lello. Homem das Ciências, tinha também um gosto particular pela literatura, que manifestou ainda nos tempos de faculdade, onde dirigiu o “Álbum literário comemorativo do terceiro centenário de Luís de Camões” (1880). À sua afinidade com as Letras fica para sempre marcada pela construção desta que é uma das livrarias mais emblemáticas do país e do mundo.

A FACHADA

À fachada de estilo neogótico é impressionante por si só, mas atente à janela e às duas figuras que a ladeiam. Trata-se de um par de pinturas do professor José Bielman que simbolizam, uma a Arte, segurando uma escultura, e outra a Ciência, que exibe um dos símbolos da antropologia.

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